O Jornal Nacional publicou sábado (17) o
crescimento dos “Atacarejos” no Brasil. Segundo a reportagem, a nova
forma de comercialização não é bem um ‘atacado’ nem apenas um ‘varejo’, e
sim uma loja que atende pequenos comerciantes e donas de casa.
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aqui e assista a matéria publicada pelo Jornal Nacional
Recentemente, a criação de um “Atacarejo”, em Naviraí torno-se uma
polêmica e foi parar na Justiça. Algumas pessoas acreditam que a não
“criação” se deve ao fator político. O projeto espera uma decisão do
Judiciário para criação ou não do Atacarejo em Naviraí.
O projeto enviado pelo Executivo a Câmara Municipal, solicitava aos
vereadores a desafetação de parte da Rua Ladário para instalação do
comércio na cidade. O mesmo teve aprovação de quatro vereadores e não
aprovação de outros quatro, sendo desempatado a favor da criação pelo
presidente da Casa. O mesmo previa a criação de 100 empregos em Naviraí.
Segundo a matéria pública no JN, Esse tipo de loja consegue vender
mais barato porque compra em grandes quantidades e negocia o valor das
mercadorias com as fábricas e também porque corta os próprios custos. Os
atacarejos não têm serviços de padaria ou açougue, não têm
empacotadores – só os clientes que embalam as compras.
O movimento das 60 lojas cresceu 32% no ano passado. Por um motivo
muito claro. "Na verdade, a gente está vindo atrás de economia”, conta a
assistente Vanessa Marcondes.
Uma pesquisa de uma consultoria especializada em comércio varejista
mostrou que um terço dos brasileiros compra em atacarejos. Só no ano
passado, quase dois milhões de famílias fizeram essa opção. “É gente de
todo público, majoritariamente níveis sócio-econômico médio e baixo, mas
todos os níveis sócio-econômicos se abastecem sim no canal”, conta
Claudio Czarnovai, analista de mercado.
“A gente não vem atrás de luxo, vem atrás do produto”, explica Nilza
Farinazzo. *Com informações Jornal Nacional
segunda-feira, 19 de março de 2012
Não “criado” em Naviraí, Atacarejo é destaque no Jornal Nacional
Fonte:
Da Redação













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